"ACORDA PAI!"
de Silvana Farina




**obs: para visualizar o vídeo acima é necessário o plug-in do
Adobe Flash Player

Peça em dois atos
Registro Direitos Autorais - nº. 95.368
Comédia de prevenção
ao uso abusivo de drogas.



Primeiro ato:
A família faz conhecer a si e suas problemáticas, envolvendo a platéia com
muito humor e identificação.


Segundo ato:
Roberto afasta-se da família fazendo do "amigo" Profeta a "família
paralela". Tem início ao drama que antes era dito como "probleminhas
familiares".

E no final abrimos o debate “palavra aberta”, para perguntas e
orientações.
Duração total: 90 minutos
Recomendada para todas as idades.


TÓPICOS ABORDADOS:

• Informe a seus pais onde está e com quem.
• Porque seus pais têm que conhecer seus amigos.
• Você conversa com seus pais?
• Tente observar suas atitudes quando forem questionadas.
• Você ouve seus pais? E entende o que eles dizem?
• Você aceita seus pais como são?
• Exponha seu ponto de vista.
• Você analisa os conselhos de seus pais?
• Você mente para seus pais? Por que?
• Negar uma situação problema é o primeiro passo para que ele se agrave mais.
• O fracasso está em adiar a procura de solução.

OBJETIVO

• Levar informações sobre as causas e as conseqüências do uso indevido de drogas. • Mostrar o valor da família, escola e religião.
• Amenizar a quantidade de iniciantes em uso de drogas lícitas e ilícitas.
• Aproximar pais e filhos.
• Cultivar o diálogo, a amizade e o amor.

SOBRE A PEÇA

Diferente de tudo o que já se viu em prevenção ao uso de drogas.
Completa na abordagem das conseqüências no uso abusivo de drogas lícitas e ilícitas, desarmamento, DST, gravidez, escola, preconceito, respeito, esporte e a necessidade de uma crença religiosa.
“Acorda pai!” Exemplifica como pode em uma família com filhos tratados iguais serem tão diferentes.

JUSTIFICATIVA

“Especialistas em educação concluem que o aumento da violência escolar se deve em parte a uma crise de autoridade familiar, onde os pais renunciam a impor disciplina aos filhos, remetendo-a para os professores”.
"As crianças não encontram em casa a figura de autoridade", um elemento fundamental para o seu crescimento, disse na conferência inaugural do congresso o filósofo Fernando Savater. "As famílias não são o que eram antes, um núcleo muito amplo e hoje o único que muitas crianças contatam é a televisão, que está sempre em casa", sublinhou. Para Savater os pais continuam a "não querer assumir qualquer autoridade", preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos "seja alegre" e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinar quase exclusivamente para os professores.
No entanto e quando os professores tentam ter esse papel disciplinador, "são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que intentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os".

Fonte: jornal Primeiro de Janeiro, Portugal, 10/11/2006